sábado, 18 de agosto de 2012

Estudantes relatam uso de medicamentos controlados para "render mais"

Estudantes relatam uso de medicamentos controlados para "render mais":
estudante-ritalinaNota da redação: O uso de medicamentos controlados sem indicação é um risco a saúde. O medicamento relatado abaixo pode causar dependência química e outros efeitos colaterais.
Medicamentos de tarja preta que têm como substância ativa o cloridrato de metilfenidato, estimulante do sistema nervoso central, estão sendo consumidos por estudantes de concursos, conforme relatos de concurseiros e ex-concurseiros ouvidos pelo G1. O objetivo é contar com a ajuda da substância para passar muitas horas diárias concentrados na preparação para provas. Na medicina, a droga é usada para reduzir impulsividade e hiperatividade de pessoas com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), especialmente crianças.
O tema do uso de medicamentos para suportar a pressão da concorrência e estudar por muitas horas é velado entre os candidatos. Concurseiros e ex-concurseiros de São Paulo, Brasília e Salvador afirmam, sob a condição de não serem identificados na reportagem, que o uso de remédios com esse princípio ativo é comum entre os colegas que estudam em cursinhos preparatórios para concursos. Na opinião de médicos, no entanto, a substância não resulta em um aumento da concentração e dá uma falsa sensação de aproveitamento do tempo de estudo.
Um funcionário público do Distrito Federal ouvido pela reportagem admite ter usado o remédio Ritalina, fabricado pelo laboratório Novartis, que contém o metilfenidato. Ele afirma que decidiu tomar o medicamento após uma amiga contar que usava a substância para controlar a hiperatividade e se concentrar melhor no que estava fazendo. Um colega do cursinho também havia dito que conseguia passar mais horas estudando graças ao remédio. Mas sua própria experiência, segundo ele, foi negativa.
"Eu já estava estudando para concurso e não aconteceu nada, não senti diferença, só ficava um pouco mais agitado e acelerado"
Servidor público do DF que fez uso do metilfenidrato
O servidor conta que procurou um psiquiatra porque se sentia hiperativo, agitado e com dificuldade geral de se concentrar. Na primeira e única consulta com o médico, ele relatou seus sintomas e já saiu do consultório com a prescrição do medicamento em mãos. O então candidato nem precisou pagar pelo remédio - o Sistema Único de Saúde (SUS) distribui o medicamento gratuitamente, mediante apresentação da receita controlada. Ele afirma que não tinha como objetivo melhorar seu desempenho nos estudos com o uso do medicamento.
"Eu queria estudar para concurso também, e o médico me falou que eu era hiperativo e receitou o medicamento para eu experimentar", relembra. "Particularmente não gostei. O resultado não foi bom, a concentração não melhorou, fiquei mais agitado, me deu falta de ar", conta.
O servidor passou em um concurso público há 3 anos, mas sem a ajuda da Ritalina, que ele parou de tomar depois de apenas duas semanas. Ele afirma ter parentes com síndrome do pânico e já ter presenciado experiências com falta de ar e, por isso, não quis passar pela mesma situação. “Eu já estava estudando para concurso e não aconteceu nada, não senti diferença, só ficava um pouco mais agitado e mais acelerado. Cada um tem sua escolha, não recrimino. Para muitas pessoas, controla mesmo [a hiperatividade], mas para mim não foi legal."
'É estranho render bem todos os dias' Uma advogada de São Paulo, de 30 anos, relata que seu psiquiatra ofereceu a receita de Ritalina, mas que ela recusou porque já tratava outra doença e não queria misturar os remédios. Entre 2007 e 2009, ela passou por quatro cursinhos na capital paulista e afirma que, em todos, é comum ver candidatos que não resistiram à tentação de usar o atalho do anfetamínico para não se distrair.
“Você passa dez horas por dia de segunda a sábado lá. São cinco horas de aula e seis horas em casa. Eu tinha aula de manhã, ia para casa, almoçava, saía para fazer exercício, voltava, dormia e às 16h30 ia para o cursinho estudar de novo", conta ela, que acabou passando em um concurso em outra cidade e, depois, decidiu trabalhar no setor privado.
Segundo a advogada, a enorme concorrência, os altos salários, a estabilidade laboral e as provas massacrantes mexem com os candidatos. "São 100 questões com cinco alternativas e 20 linhas em cada uma, é uma página por questão, vocês precisa de alguma coisa pra te fazer aguentar. Não se fala disso entre amigos, o professor entra na sala, dá a aula e sai. As pessoas não falam sobre isso abertamente, mas é normal, é muito comum", afirma.
Quem convive muito tempo nesta situação consegue perceber quando alguém tem o comportamento alterado pelo uso de estimulantes. "Por mais que você esteja acostumado a estudar e tenha a disciplina, em um dia você rende bem, mas é estranho render bem todos os dias. Você cansa, troca a caneta de mão, vai ao banheiro. O remédio te dá a força para ficar sentado sem se cansar durante quatro horas seguidas", diz.

Comércio ilegal

cloridrato-de-metilfenidato A tentação acaba fazendo com que as pessoas sem acesso a psiquiatras recorram ao comércio ilegal de medicamentos. De acordo com o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania do governo estadual paulista, neste ano, a ritalina apareceu, pela primeira vez, entre os remédios apreendidos nas operações policiais.
Segundo Paulo Alberto Mendes Pereira, delegado-assistente da 2ª Delegacia de Saúde Pública da capital, uma operação de 5 meses, que monitorou conversas telefônicas e emails, culminou, em maio passado, com a prisão de 7 pessoas acusadas de vender medicamentos com comércio proibido ou controlado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). "Nós identificamos pessoas que compraram o medicamento de forma clandestina e já ouvimos alguns que disseram que era para o filho. Mas recebemos essa informação com reserva, porque a pessoa que vai comprar um produto controlado, para o filho, faz isso de maneira legal, com receituário", diz o policial.
Comprar um medicamento que exige receita de forma clandestina pode configurar porte de entorpecente para uso próprio, alerta Pereira.

Efeitos colaterais

Segundo relatório da Anvisa, o metilfenidato pode apresentar como efeitos colaterais a redução de apetite, insônia, dor abdominal e cefaleia. Em nota, a Novartis esclarece que “o medicamento metilfenidato – comercializado pela Novartis com o nome comercial de Ritalina – somente deve ser utilizado conforme as indicações em bula, devidamente aprovadas pelas autoridades sanitárias, e mediante a prescrição de um médico. A empresa repudia veementemente o uso indevido do medicamento que, no Brasil, só pode ser vendido mediante a apresentação e retenção de receita do tipo A (amarelo), que é a mais restritiva entre todas, sendo, inclusive, monitorada pela Polícia Federal. O metilfenidato é a terapia mais estudada do mundo para o tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e tem eficácia comprovada em mais de 200 estudos científicos publicados”.
A empresa repudia veementemente o uso indevido do medicamento que, no Brasil, só pode ser vendido mediante a apresentação e retenção de receita do tipo A (amarelo), que é a mais restritiva entre todas"
Nota do laboratório Novartis, fabricante do medicamento Ritalina
O TDAH é reconhecido majoritariamente em crianças, principalmente por causa do desempenho escolar. A doença não é diagnosticada por meio de exames clínicos, e sim pela observação do comportamento das pessoas, o que faz com que parte da classe médica afirme que ela não exista de fato.
O remédio, no entanto, vem sendo cada vez mais usado por adultos em situações estressantes. Entre 2000 e 2009, o Brasil saltou para a segunda posição no ranking mundial de consumo da substância, atrás apenas dos Estdos Unidos. Nesse período, a venda de caixas subiu de 70 mil para dois milhões.
Segundo a Anvisa, o metilfenidato é um medicamento de uso controlado, e as drogarias precisam registrar no sistema a venda de cada caixa. Ainda de acordo com a Anvisa, em 2009, o Brasil consumiu quase 175 quilos do cloridato de metilfenidato, usado na fabricação da Ritalina, pelo laboratório Novartis, e do Concerta, pelo laboratório Janssen Cilag. Entre 2002 e 2006, a produção da substância no Brasil cresceu 465%.
A agência monitora sites com venda ilegal de produtos controlados e propaganda enganosa, mas a assessoria de imprensa da Anvisa afirma que a agência não mantém estatísticas específicas sobre o mercado irregular de uma substância específica. Os concurseiros afirmam que é comum a compra do medicamento pela internet.

Rendimento intelectual reduzido

Médicos ouvidos pelo G1 garantem que, apesar de as substâncias estimulantes afastarem o sono, o rendimento intelectual é reduzido e a retenção de informação de quem as utiliza também fica prejudicada. “A pessoa fica sem sono para poder estudar mais, por mais tempo. Mas, apesar de ficar acordada, o rendimento intelectual não é o adequado”, diz o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, coordenador do Programa de Orientação e Atendimento ao Dependente (Proad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “O remédio prejudica a concentração, a memória e sua capacidade de reter informação vão ficar diminuídas.” Segundo ele, há mais de 20 fórmulas, manipuladas ou não, disponíveis no mercado.
De uso controlado, as substâncias causam dependência e não podem ser utilizadas sem orientação médica. Os efeitos colaterais são graves, segundo Silveira, e incluem crise de pânico, de ansiedade, depressão e até sintomas psicóticos. “O candidato pode ficar paranoico, ouvir vozes e passar a interpretar a realidade de forma errônea. Alguns não conseguem mais dormir.”
O candidato pode ficar paranoico, ouvir vozes e passar a interpretar a realidade de forma errônea. Alguns não conseguem mais dormir."
Dartiu Xavier da Silveira, médico da Unifesp
Estimulantes e anfetaminas são indicados para pacientes com problemas neurológicos, como narcolepsia (sono incontrolável durante o dia), casos de perda de capacidade de concentração ou obesidade mórbida.
Ronaldo Laranjeira, professor de psiquiatria da Unifesp, afirma que o mecanismo de ação das anfetaminas é parecido com o da cocaína, com efeito estimulante intenso. “Na hora que usa, a pessoa se sente mais ativa, mais alerta, mas nem sempre significa concentração melhor. A performance não melhora.” A consequência do uso contínuo das anfetaminas, segundo Laranjeira, é o que os médicos chamam de "efeito rebote", que, além da dependência, provoca depressão.

Dicas para adaptar o corpo às provas

Professor de cursinhos para concursos públicos desde 1998, Fabio Azevedo hoje dá aulas de memorização, técnicas de aprendizado e planejamento de estudo no Rio de Janeiro. Ele afirma que nunca recomenda o uso do medicamento, mas diz que sua proximidade com os alunos faz com que eles o procurem com dúvidas sobre os benefícios do metilfenidato.
"Alguns falam que o filho tomou por recomendação médica e ele experimentou, uns dizem que melhorou a atenção, ou que o filho melhorou, mas ele ficou com sono", conta o professor, que diz sempre alertar para as contra-indicações, recomendando, para quem toma outros remédios ou sofra de arritmia cardíaca, que evite a droga ou consulte um médico.
Ele afirma ter recebido perguntas de cerca de 100 alunos sobre o assunto em 2011. "Agora, que tomam eu tenho certeza que o número é bem maior."
Segundo ele, muitas vezes o fraco desempenho nas provas não é resultado da falta de concentração, e sim da falta de organização e conhecimento do próprio corpo. "Tem aluno que tira nota boa no simulado, mas chega na prova e não passa", diz.
Entre as dicas do professor para que os concurseiros mantenham o corpo adaptado às longas sessões de estudos e às provas é saber o quê e quando consumir.
De acordo com ele, é recomendável evitar comidas com alto nível de gordura. "O valor calórico deve ser o mínimo possível, e é melhor escolher alimentos naturais", afirmou.
Outra dica é acostumar o corpo com antecedência ao processo metabólico mais eficaz para a realização das provas. Como o processo digestório desloca o fluxo sanguíneo e as provas acontecem geralmente no horário do almoço, comer uma refeição boa e logo em seguida sentar para resolver as questões é exigir demais do próprio corpo. Ele recomenda, então, que o concurseiro se acostume a, na época das provas, realizar sempre refeições pequenas a cada três horas.

Estudo aponta uso excessivo

Segundo estudo de psiquiatras e neurologistas da USP Quase 75% das crianças e dos adolescentes brasileiros que tomam remédios para deficit de atenção não tiveram diagnóstico correto.
 pesquisa-tdah-ritalina
As informações são do Portal de Notícias G1
(*) Colaboraram Marta Cavallini e Vanessa Fajardo

Mapeamento dos efeitos da cocaína no cerebro é caminho para ajudar dependentes

Mapeamento dos efeitos da cocaína no cerebro é caminho para ajudar dependentes:
cocaina-cerebroO tratamento da dependência química em adolescentes pode requerer artifícios diferentes dos utilizados em adultos. Os cérebros deles, mais suscetíveis aos efeitos da droga, sofrem danos distintos nas vias neuroquímicas. Para entender como isso funciona, uma pesquisa do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP mapeou a ação de duas proteínas no sistema nervoso de camundongos adultos e adolescentes submetidos a injeções de cocaína. “Sabendo os efeitos que são provocados, podemos pensar em formas de bloquear e reverter o processo”, explica a farmacêutica, Maria Cristina V.R. Maluf.
O trabalho integra as pesquisas desenvolvidas no Laboratório de Neuroquimica e Farmacologia Comportamental, liderado pela professora Rosana Camarini, que tem entre os objetivos entender os efeitos das drogas nas funções neuroquímicas dos adolescentes. Por enquanto, as pesquisas restringem-se a álcool (etanol) e cocaína.
Em sua pesquisa, Maria Cristina separou diferentes grupos de camundongos. Um deles recebeu injeções diárias de cocaína por oito dias. Passaram depois por um período de abstinência de dez dias, para então receber uma nova injeção. “Esse procedimento é realizado para avaliar a sensibilização locomotora – ao final desse período, o animal passa a se movimentar mais, indicando que o sistema nervoso sofreu alterações induzidas pela droga. São essas alterações, aliás, que permeiam os mecanismos da dependência. Com a aplicação seguinte à abstinência, os roedores foram mais afetados que na primeira vez. E a análise bioquímica do cérebro mostrou que, entre eles, os adolescentes foram os que se mostraram mais suscetíveis.
“O período de abstinência é necessário para avaliar os esforços que o cérebro faz para se contrapor aos efeitos produzidos pela retirada da droga, na tentativa de restaurar o equilíbrio”, explica Maria Cristina. Ao usar drogas, o organismo encontra um equilíbrio fora do normal, influenciado pela ação das substâncias. Durante a abstinência, chega um terceiro estado de equilíbrio, que também é incomum. É aí que o ex-usuário, mesmo depois de passar anos sem drogas, encontra-se suscetível a buscá-las novamente mediante estímulos mínimos. “Nosso objetivo é entender o que se passa nessa etapa e tentar reverter o quadro”, diz Maria Cristina.

Condicionamento ao ambiente


Além de mais propensos à dependência, adolescentes também têm respostas mais expressivas ao chamado “condicionamento ao ambiente”. O cérebro associa os efeitos da droga a certas pistas – pode ser o local onde costumava-se fazer a aplicação ou mesmo a imagem de objetos usados para facilitar o consumo. Na pesquisa, os camundongos sofreram alterações no comportamento só de serem expostos ao ambiente em que haviam recebido as injeções de cocaína e, dentre eles, os adolescentes foram os mais suscetíveis. “É possível que o efeito esteja relacionado a uma maior expectativa desse grupo em receber a droga”, conta a pesquisadora.
Estudos do laboratório mostraram também que o estresse potencializa os efeitos negativos da droga. Animais submetidos a situações de pressão tiveram respostas parecidas ao receber álcool pela primeira vez em comparação aos que passaram por uma sequência de aplicações.
Outro tópico de estudo do laboratório, também voltado à recuperação de dependentes, é o enriquecimento ambiental. O animal, após receber injeção de álcool, é mantido na sua caixa padrão de moradia, um espaço sem estímulos. É então transferido a um ambiente com mais estímulos, como brinquedos e itens para exercício físico. Após um período de tempo, os pesquisadores verificaram a diminuição dos efeitos da droga tanto no comportamento quanto na parte neuroquímica.

Mais informações: email cris.valzachi@gmail.com, com Maria Cristina V. R. Maluf

Por Thiago Minami Agência de Notícias USP

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

SIFEP e Racine sorteiam meia Bolsa para Pós-Graduação Manipulação Magistral Alopática.


Recebemos um contato da Equipe Racine para divulgarmos o curso abaixo e a mesma nos ofereceu uma bolsa de 50% para sorteio. Veja os informes.
O sorteado deverá apenas estar ser filiado ao SIFEP. Como estar muito próximo ao inicio do curso poderá se filiar posterior ao resultado do sorteio. 
Participem, o curso é em Fortaleza-CE.



Clique...
http://www.racine.com.br/institutoracine/curso-pos-graduacao/farmacia-magistral/



 
O sorteio será realizado no dia 06/Fev/2012.

Importante:
  • Todas as categorias de desconto requerem comprovação.
  • Os descontos não são cumulativos.
  • Em caso de inscrições simultâneas a partir de 2 (duas) pessoas no mesmo curso ou em cursos diferentes há descontos progressivos (sob consulta).
  • O Instituto Racine se reserva o direito de cancelar o curso, alterar datas e horários, inverter disciplinas, assim como substituir docentes, de acordo com a construção do calendário, respeitando a carga-horária total do curso. Nestes casos, os alunos serão informados com antecedência.



quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Farmacêuticos que trabalharem no dia 20 de Janeiro, na grande João Pessoa, receberá abono pelo Dia do Farmacêutico.


O Sindicato dos Farmacêuticos do Estado da Paraíba, o SINDIFARMA JP e o Sindicato do Comércio Atacadista de Drogas e Medicamentos do Estado da Paraíba colocaram na CCT 2011.2012 um abono de R$ 106,76(cento e seis reais e setenta e seis centavos) para os profissionais que trabalharem no Dia do Farmacêutico. No entendimento que o farmacêutico é um trabalhador e evidentemente tem seu ponto registrado todos os dias. Este abono foi decidido entre as partes no sentido que o Dia do Farmacêutico deveria ser lembrado de forma a premiar a importância da data. Gerando uma cláusula inovadora em Convenções Coletivas de Trabalho.
Registramos que o canal de negociação para termos esta mesma conquista nas negociações com o SINDIFARMA PB esta plenamente aberto para a próxima negociação.
Orientamos aos farmacêuticos que trabalharem no dia 20 de Janeiro-Dia do Farmacêutico que leiam o texto abaixo com bastante atenção o parágrafo. Deixando claro, que não é feriado.


Convenção Coletiva de Trabalho 2011.2012 - Grande João Pessoa
CLÁUSULA VIGÉSIMA PRIMEIRA - TRABALHOS EM DOMINGOS E FERIADOS
Os farmacêuticos que trabalhem em dia de domingo terão direito ao repouso semanal remunerado em outro dia da semana. Os farmacêuticos que, atendendo às necessidades da empresa, prestarem serviços em dias feriados (que caiam em dia da semana, segunda-feira a sábado) farão jus ao pagamento do valor de R$ 106,76 (cento e seis reais e setenta e seis centavos), sem prejuízo da devida folga compensatória em outro dia útil.

Parágrafo único. – No Dia do Farmacêutico, 20 de janeiro, o farmacêutico que trabalhar fará jus a um abono de R$ 106,76  (cento e seis reais e setenta e seis centavos). 

domingo, 8 de janeiro de 2012

Descarte de Medicamentos vencidos, de uso doméstico, na Paraíba agora tem lei!

Foi publicada no Diário Oficial da Paraíba de 30 de dezembro de 2011 a Lei de nº 9.646, de 29 de dezembro. Autoria do Deputado Estadual Domiciano Cabral. Onde dispõe sobre normas para destinação final do descarte de medicamentos vencidos para uso doméstico, no âmbito do Estado da Paraíba. O SIFEP divulga em primeira mão, pois até este momento da postagem não havia nenhuma matéria postada sobre esta esta importante publicação. Principalmente para os envolvidos no processo de adequação e aplicação da mesma. Colocamos a mesma em imagem abaixo.

domingo, 6 de novembro de 2011

Sorrir, o melhor Remédio-06 de Novembro-Dia Nacional do Riso...Uma homenagem do SIFEP.

O riso é uma demonstração de bem estar que aproxima as pessoas e traz alegria e saúde. Quem consegue sorrir e viver de bom humor atrai coisas boas, levando uma vida mais tranqüila e feliz. O riso é, muitas vezes, uma maneira de encarar a vida de forma positiva.
Rir relaxa as tensões. Quando rimos, movimentamos 12 músculos faciais; ao dar gargalhadas, movimentamos 24 músculos faciais; quando conversamos e gargalhamos ao mesmo tempo, são 84 músculos. Esse exercício facial retarda o aparecimento de rugas. Mas o riso não exercita só o rosto; ele mexe com o corpo inteiro.

Veja as partes do corpo que são afetadas pelo riso:
- Cérebro: o hipotálamo, centro de controle atuando na base do cérebro, libera no organismo endorfina - hormônio com propriedades analgésicas e calmantes;
- Nariz e garganta: o ar que vem dos pulmões bate nas cordas vocais que emitem sons variados. As glândulas salivares e lacrimais aceleram sua produção;
- Rosto: os músculos do rosto se contraem;
- Coração: bate mais rápido; as artérias, após terem se estreitado, se dilatam provocando sensação de bem estar;
- Tórax: os pulmões expelem enormes quantidades de ar em grande velocidade; o diafragma se move, provocando fortes contrações respiratórias, ajudando a respirar melhor;
- Ventre: os músculos abdominais se contraem com força, o que é bom para a vesícula;
- Pernas: os músculos se relaxam e a pessoa se curva de tanto rir;
- Pés: os dedos dos pés se agitam.

O Riso é uma Terapia
Na década de 60, um jornalista americano chamado Norman Cousin se curou de uma doença grave através do riso. Ele tinha um grande desejo de viver e decidiu nutrir seu espírito com otimismo, confiança e bom humor. Começou a assistir a filmes cômicos e proibiu qualquer pessoa de ir visitá-lo sem uma piada para contar.

A terapia do humor surtiu efeito, pois um período de dez minutos de riso aliviava sua dor o suficiente para ele conseguir dormir por duas horas. Testes clínicos também comprovaram que sua inflamação diminuía a cada sessão de riso.

Cousin escreveu sua história dez anos após sua cura e tornou-se o símbolo da terapia do riso, dando origem a pesquisas mais aprofundadas. Hoje sabemos que o riso fortifica o sistema imunológico, estimula as funções cardiovasculares e libera endorfinas que combatem a dor.
Rir é o melhor remédio para o corpo e o espírito.
Sorria!!! 
Fonte: Datas Comemorativas

Riso ou sorrisoé uma expressão facial decorrente da flexão dos músculos das extremidades da boca.
Está presente nos diversos aspectos do comportamento humano:
No campo psicológico-afetivo, pode ser provocado por um sentimento íntimo de alegria, de felicidade, de satisfação ou prazer. É uma reação involuntária;
No campo linguístico, pode ser provocado por uma piada ou outro recurso humorístico. É uma reação involuntária;
No campo sócio-cultural, pode ser uma ação voluntária do indivíduo, com o objetivo de expressar algum sentimento ou opinião dentro de um determinado grupo;
No campo fisiológico, é uma reação involuntária. Pode ser provocado por uma ação mecânica (cócegas, por exemplo), por processos biológicos (feridas em fase final de cicatrização, por exemplo), ou ainda pelo consumo de alguma droga.
Neste último caso, um método bastante conhecido é a inalação de óxido nitroso, que não exatamente provoca a sensação de riso no indivíduo, mas causa uma contração involuntária dos músculos faciais. Outro método é o consumo da Cannabis, que pode induzir episódios de riso intenso. Esta segunda forma de riso por vezes pode levar às lágrimas ou mesmo a uma dor muscular moderada.

O riso é uma parte do comportamento humano e é regulado pelo cérebro. Ele ajuda os seres humanos a indicar mais claramente suas intenções, durante interações sociais, e provê um contexto emocional para a comunicação. Pode ser utilizado por um grupo social para sinalizar aceitação e reações positivas com outros indivíduos.

O riso é por vezes "contagioso": a risada de uma pessoa pode provocar riso nos demais. Um exemplo extremo disto é o caso de riso epidêmico ocorrido em Tanganica.

O estudo do humor, do riso e de seus efeitos psicológicos e fisiológicos no corpo humano é denominado gelotologia.

O simples ato de sorrir mobiliza diversos músculos faciais, denominados músculos da mímica facial:

O Commons possui uma categoria com multimídias sobre RisoO Wikiquote possui citações de ou sobre:
Riso
Depressor do Ângulo da Boca;
Orbicular dos Lábios;
Mentoniano;
Bucinador;
Risório;
Masseter (ou Masseterino).

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

SIFEP e SINDIFARMA Paraíba realizam 2ª Mesa de Negociação em Campina Grande



Foi realizado hoje, 19 de outubro de 2011, no SINDIFARMA Paraíba em Campina Grande a 2ª Mesa de Negociação sobre a CCT 2011.2012 segmentos Farmácia, Drogaria e Distribuidora de Medicamentos. Durante mais de três horas ambas as partes, SIFEP e SINDIFARMA PB, colocaram suas propostas onde ao final ficou decidido que o sindicato patronal levaria o que foi discutido a uma reunião de diretoria. O Presidente Srº Neilton Neves e o Srº Tércio de Souza se comprometeram de tentar agendar esta reunião até sexta-feira(21.10.2011). O SIFEP foi representado pelo seu presidente Sérgio Luis e o assessor jurídico Srº Alex Neyves. Aguardando os encaminhamentos para comunicar a categoria.


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Homologada a Convenção Coletiva de Trabalho para Farmácia, Drogaria e Distribuidora de Medicamentos 2011/2012. Abrangência Grande João Pessoa




Aos Profissionais Farmacêuticos, Proprietários de Estabelecimentos Farmacêuticos, Contabilistas e Gerentes de Recursos Humanos.
Comunicado 01
         Comunicamos que foi homologado na data de hoje, 17 de Outubro de 2011, a Convenção Coletiva de Trabalho para 2011/2012 - Farmácia, Drogaria e Distribuidora de Medicamentos, com abrangência para os municípios de João Pessoa, Bayeux, Cabedelo, Conde e Santa Rita. Com o Número de Solicitação MR061134/2011.
Orientamos para obter a CCT seguir as seguintes orientações:
2- Clique em Consultar Instrumentos Coletivos Registrados
3- Clique em Consulta Básica
4- Escolha a opção: Numero da Solicitação e coloque o seguinte numeroMR061134/2011.


Comunicado 02
Aproveitamos para informar que estaremos realizando a segunda mesa de negociação no SINDIFARMA Paraíba nesta quarta-feira, 19 de outubro de 2011, em Campina Grande. Esperamos fechar as negociações e assim termos como anunciar a nova CCT 2011/2012 para o restante do Estado.
         Também é importante que fique bem claro para os profissionais que exercem seu trabalho nos estabelecimentos farmacêuticos (distribuidoras de medicamentos) e neste caso ligados ao Sindicato do Comércio Atacadista de Drogas e Medicamentos do Estado da Paraíba que tem abrangência territorial estadual. Caso não trabalhem nos municípios abrangidos na CCT para a grande João Pessoa comunicamos que o sindicato citado estará construindo juntamente com o SIFEP um instrumento que contemple o reajuste destes profissionais. Que esperamos ser a CCT que tentaremos fechar com o SINDIFARMA Paraíba. Não foi feito isto nesta homologação pelo fato do sistema do Ministério do Trabalho e Emprego chamado "Mediador" não tem dispositivos para uma mediação onde tenhamos abrangências de níveis territoriais sindicais diferentes em um mesmo instrumento de convenção.
             A Diretoria
Montagem e texto: Sérgio Luis

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Sindicato dos Farmacêuticos do Estado da Paraíba realiza grande Assembléia para aprovação da CCT 2011/2012 Farmácia, Drogaria e Distribuidora de Medicamentos.

Foi realizado nesta segunda-feira(10 de outubro), no Auditório do CRF PB, a Assembléia Geral Extraordinária para avaliação da pauta-proposta da Convenção Coletiva de Trabalho discutida em 07(sete) reuniões entre o SIFEP e o SINDIFARMA JP. Tivemos historicamente presentes, em ata, 55(cinquenta e cinco) farmacêuticos.







Onde foi aprovado a CCT a ser homologado no Ministério do Trabalho. A assembléia demonstrou claramente que a profissão farmacêutica no Estado da Paraíba vem passando por um processo de amadurecimento politico onde se faz entender que as entidades precisam serem fortalecidas, e o caminho é a participação. E o Sindicato dos Farmacêuticos do Estado da Paraíba sente que as dificuldades ensinaram na construção de Acordos e Convenções Coletivas.





 Na assembléia tivemos várias falas que trouxeram bons debates, diferença de opiniões e principalmente o sentimento que a dignidade profissional passa por um salário justo. O SIFEP registrou em Ata tudo que foi colocado que será documentado para  continuarmos construindo a valorização profissional farmacêutica na Paraíba continue no mesmo caminho.




Os pontos de destaque da Convenção Coletiva de Trabalho 2011.2012 são:
- Reajuste do Piso Salarial para R$ 1.601,50(Mil seiscentos e um reais e cinquenta centavos)
- 10% de adicional para o Farmacêutico que tem Responsabilidade Técnica.
- Valor de um dia de trabalho em dobro para o farmacêutico que trabalhar na data 20 de janeiro-Dia do Farmacêutico, sendo R$ 106,76(cento e seis reais e setenta e seis centavos). Recebendo na folha de janeiro.
E a manutenção dos percentuais para o segmento de Farmácia de Manipulação e os que ocupam o cargo de gerência.

Informamos que esta convenção terá a abrangência das empresas sob o alcance da carta sindical do Sindicato do Comércio Atacadista de Drogas e Medicamentos do Estado da Paraíba onde o presidente Edalmo Leite comunicou que o sindicato seguiria o que foi encaminhado nas mesas redondas entre o SIFEP e o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de João Pessoa-SINDIFARMA JP, este último tem como Presidente o Srº Paulo Navarro que se comprometeu em assinar o documento gerado pelo MTE para homologação, mesmo que os outros sindicatos patronais não estivessem pactuando o mesmo.
Estaremos empenhados agora em fechamos o processo de negociação com SINDIFARMA Paraíba, que tem sede em Campina Grande. Para maiores informações divulgaremos pelas redes sociais a todos uma Nota de Esclarecimento. 


Parabenizamos a todos presentes e em especial aos que naquele momento se filiaram ao SIFEP. Realizando dois atos de extrema importância a presença e a filiação sindical.
Texto e montagem: Sérgio Luis