Hoje é o dia de pessoas que realizam um trabalho de muitíssima importância para a prevenção e cura das doenças que acometem a humanidade. Este espaço é muito pouco para homenagearmos colegas de trabalhos que se tornaram grandes companheiros da Profissão Farmacêutica ao longo da história.
Parabéns aos Enfermeiros pelo seu dia.
Diretoria do SIFEP
quinta-feira, 12 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
"Manual pode exigir padrão de roupa"
Publicada em 10/05/2011 pelo Valor Econômico. Por Adriana Aguiar
A Justiça Trabalhista tem admitido o uso de manuais pelas companhias para estabelecer padrões de roupas para uso em ambientes de trabalho. Ao analisar o processo de uma digitadora da Brasilcenter Comunicações, prestadora de serviços de call center pertencente ao grupo Embratel, a 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) foi unânime ao entender que a companhia, com o poder diretivo dado pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), pode exigir que seus funcionários estejam vestidos de forma adequada ao serviços que prestam.
No caso, a funcionária alegou que a companhia exigia que ela usasse roupa social, sem determinação de cores, e sapatos fechados. Assim, pedia indenização para o pagamento de despesas com roupas. No entanto, os ministros entenderam que a própria funcionária admitiu que não era exigido uniforme - que daria direito ao pagamento dos valores gastos pela empresa - e que ela poderia utilizar essas roupas em outras ocasiões, fora do horário de trabalho. Segundo a decisão da relatora, ministra Rosa Maria Weber, é razoável que a empresa proibisse o uso de decotes, alças, saias muito curtas, para que se construa um ambiente respeitável. Não há abuso de poder em tal atitude. A decisão é de outubro de 2009.
Para a advogada trabalhista Sônia Mascaro, do Amauri Mascaro Nascimento Advocacia Consultiva, essa decisão do TST sinaliza que a empresa tem poder para estabelecer regras em relação ao vestuário de seus funcionários. Até porque isso pode interferir na imagem da companhia, diz. Procurada pelo Valor, a assessoria de imprensa da Embratel e da Brasilcenter informou que as empresas não comentam decisões judiciais.
domingo, 8 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
É hoje...CALFARM realiza o "Dia 05 de Maio-Uso Racional de Medicamentos".SIFEP promove.
O Centro Acadêmico Livre de Farmácia - CALFARM realiza nos dias 04 e 05 de Maio, no auditório do HU, ás 19:00 h. Um evento relativo as mobilizações para a Campanha Anual do Uso Racional de Medicamentos. Veja as informações de como participar no folder de divulgação. O SIFEP está promovendo.
domingo, 24 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Empresa deve preservar a intimidade e privacidade de seus empregados.
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terça-feira, 19 de abril de 2011
Adultos são vítimas de bullying e têm carreira prejudicada.
| Nunca se falou tanto em bullying. Mas a prática de agredir alguém (verbal, física ou psicologicamente) não é comum somente nas escolas. Gente que há muito tempo passou dessa fase usa esse artifício para neutralizar o desempenho e autoestima de colegas no meio corporativo. São profissionais que costumam ter atitudes nada louváveis e incompatíveis com seu currículo, como isolar um colega, zombar de alguma característica, inventar fofocas, boicotar em reuniões ou ridicularizá-lo por sua orientação sexual, política ou religiosa. É óbvio que pessoas que passam tantas horas por dia em uma mesma empresa tendem a desenvolver vínculos que, uma vez ou outra, acabam descambando para o gracejo ou a gozação explícita. No caso do work place bullying (sim, a prática já ganhou nome próprio), porém, as piadas são feitas com o objetivo de ferir a autoconfiança alheia ou se exibir para o resto da equipe. "Aspectos intelectuais nem sempre estão ligados ao desenvolvimento emocional. Alguém competente pode ter um padrão de comportamento imaturo e ser inseguro", comenta Dulce Helena Cabral Hatzenberger, coordenadora do Departamento de Psicologia do Trabalho da Faculdade de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Para a psicóloga Dorit W. Verea, diretora da Clínica Prisma - Centro de Prevenção e Tratamento em Saúde Emocional, de São Paulo, algumas pessoas não amadurecem, só envelhecem. "A maturidade nos traz a consciência de que ninguém é melhor do que ninguém em absoluto. Geralmente, as pessoas que praticam o bullying adulto depositam suas forças quando têm receio pelos êxitos dos demais. Há um sentimento de irritação, de rancor, em relação ao sucesso que o outro possa ter", pondera. Segundo a opinião de Dorit, o agressor seria, portanto, um invejoso ressentido com baixa autoestima. "Esse agressor tem claras as suas limitações. Está consciente do perigo constante a que está submetido em sua carreira. É o conhecimento de sua própria realidade o que o leva a destroçar as carreiras de outras pessoas. Pode-se somar o medo de perder privilégios e esta ambição empurra a eliminar obstáculos", afirma. Marcia Bandini, diretora da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), diz que existem muitas explicações para casos assim. "Em alguns, a pessoa pratica o bullying simplesmente porque tem a oportunidade de fazê-lo. Mais frequentemente, esse tipo de comportamento é uma tentativa de se promover em cima do outro. São técnicas que podem funcionar por algum tempo, mas nunca perduram em bons ambientes profissionais", afirma. O problema levanta duas questões importantes. Quem pratica bullying na idade adulta fez o mesmo quando criança? Ou foi alvo e quer sublimar a baixa autoestima? De acordo com os especialistas, a relação pode existir, mas não devemos generalizar. É claro que existe uma tendência de que as pessoas repitam comportamentos. Só que isso não é regra. "Muitas pessoas que sofreram bullying na infância conseguiram superar os sentimentos negativos. Isso evita que o bullying seja repetido na idade adulta", esclarece Marcia Bandini. Já George Barbosa, presidente da Sociedade Brasileira de Resiliência (Sobrare), acredita que essa não é uma relação de causa e efeito. "Eu acredito que duas situações se encontram: um ambiente com uma ética duvidosa e uma pessoa com fracas convicções sobre seus valores. O resultado é a contaminação e a pessoa aderir ao comportamento da empresa", diz. Vire a mesa - Mas se na escola as crianças vítimas de bullying podem -quando têm coragem- contar com o apoio de pais e professores, a quem recorrer para lidar melhor com a intimidação ou a zombaria incômoda no trabalho? A psicóloga com abordagem cognitiva Vivian Behar, de São Paulo, dá o clássico exemplo da competitividade em reuniões para sugerir o que fazer. "Nas reuniões importantes o clima costuma ser de salve-se quem puder. Cada um que queira subir de cargo numa empresa tem de se defender sozinho e não esperar passivamente que outro lhe dê passagem. Quem se vê como vítima de bullying numa situação dessas deve avaliar se é a primeira vez que se sente assim, e, nesse caso, falar com a pessoa que o maltrata. A psicóloga salienta que é sempre importante que um adulto se posicione sem medo, seja com suas ideias profissionais, seu credo, raça, sexo... "Isso depende mais da sua autoconfiança, da disposição de perder um emprego, amigo, time e buscar novos lugares. Crianças dependem dos pais para implementar mudanças em suas vidas. Adultos, não. Adultos podem lutar por seus espaços", avisa. Também há quem tenha muita dificuldade de lidar com o que é diferente, o que faz com que o bullying adulto navegue nas águas turvas do preconceito. Há pessoas que sentem-se mais confortáveis entre iguais porque não são desafiadas ou confrontadas em suas crenças e comportamentos. As empresas, na visão dos experts, devem trabalhar no sentido de que a diferença seja vista como algo que desperte o interesse, em vez de temor. Para Dorit, as corporações precisam ter consciência de que bullying no trabalho é um problema sério e recorrente. "O bullying é mais do que um ataque ocasional de raiva ou briga. É uma intimidação regular e persistente. E é frequentemente aceita ou mesmo encorajada como parte da cultura de muitas organizações." Dorit diz que é importante investir no relacionamento entre os colaboradores (inclusive fora do horário de trabalho). Estabelecer um código de conduta a ser seguido por todos, conversar com as partes envolvidas separadamente e em conjunto e criar um canal para que o funcionário possa denunciar o fato. No plano individual, cada um deve trabalhar para que exista um clima saudável na empresa e se esforçar para, no mínimo, aprender a lidar com as diferenças. |
| Fonte: Revista Proteção / UOL 16.04.2011 |
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Farmácia - processo de liberalização parou na Hungria
Farmácia - processo de liberalização parou na Hungria: "
2010-07-26
O Parlamento húngaro aprovou uma proposta para acabar com o processo de liberalização relativas à criação de uma farmácia. De acordo com a proposta, a abertura de novas farmácias na Hungria, será proibida a partir da segunda metade de Julho, com excepção das cidades que não dispõem de uma farmácia no momento. A moratória temporária terminará em 1 de Janeiro de 2011, quando as novas regras sobre a abertura e funcionamento de farmácias entrem em vigor.
Estas novas regras vão incluir uma cláusula que o proprietário da farmácia deve ser um farmacêutico e deve possuir mais de 50% do negócio.
Como resultado da lei liberal que regem o estabelecimento de farmácias em várias farmácias da Hungria de propriedade por farmacêuticos tornou-se insolvente, como resultado da concorrência de preços a partir de redes de farmácias. Além disso, de acordo com Tamas Heintz, um membro do parlamento, embora o número de farmácias aumentou a partir de 2007, a maioria das novas farmácias abertas nas cidades, enquanto uma série de pequenas cidades ficaram sem uma farmácia.
Após a introdução, em 2007, de regras mais liberais relativos à criação de farmácias na Hungria (isto é, o levantamento das restrições geográficas e demográficas) mais farmácias abertas e redes de farmácias que foram estabelecidos. Como resultado, o número de farmácias na Hungria aumentou de cerca de 400 a mais de 2.400 nos últimos três anos, mas o número de prescrições reembolsadas, 150 milhões, permaneceu inalterado. Isso deve ter levado a uma situação financeira difícil para muitas lojas (em fevereiro de 2010 mais de 400 farmácias estavam à beira da falência), agravada pela supressão do governo
de subsídios não reembolsáveis para as farmácias a partir do orçamento de 2010. De acordo com a Câmara da Hungria dos Farmacêuticos (MGYK), o número de farmácias na Hungria devem oscilar em torno de 2,000-2,100, dado país a população.
Medidas para acabar com o processo de liberalização relativas à criação de uma farmácia também têm sido tomadas na Polónia, onde o Conselho Supremo dos Farmacêuticos do (ARN) sugeriu a introdução de regras geográficas e demográficas sobre a abertura de novas farmácias, além de uma proibição sobre a propriedade de farmácias por não farmacêuticos. A Câmara está planejando um protesto público em setembro, para trazer o assunto à atenção do Ministério da Saúde.
Agnieszka Stawarska
Farmacêutico analista de mercado
PMR Publicações
fonte: http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en|pt&u=http://www.ceepharma.com/89498/Pharmacy-liberalisation-process-stopped-in-Hungary.shtml
"
Farmácia processo de liberalização parou na Hungria
2010-07-26
O Parlamento húngaro aprovou uma proposta para acabar com o processo de liberalização relativas à criação de uma farmácia. De acordo com a proposta, a abertura de novas farmácias na Hungria, será proibida a partir da segunda metade de Julho, com excepção das cidades que não dispõem de uma farmácia no momento. A moratória temporária terminará em 1 de Janeiro de 2011, quando as novas regras sobre a abertura e funcionamento de farmácias entrem em vigor.
Estas novas regras vão incluir uma cláusula que o proprietário da farmácia deve ser um farmacêutico e deve possuir mais de 50% do negócio.
Como resultado da lei liberal que regem o estabelecimento de farmácias em várias farmácias da Hungria de propriedade por farmacêuticos tornou-se insolvente, como resultado da concorrência de preços a partir de redes de farmácias. Além disso, de acordo com Tamas Heintz, um membro do parlamento, embora o número de farmácias aumentou a partir de 2007, a maioria das novas farmácias abertas nas cidades, enquanto uma série de pequenas cidades ficaram sem uma farmácia.
Após a introdução, em 2007, de regras mais liberais relativos à criação de farmácias na Hungria (isto é, o levantamento das restrições geográficas e demográficas) mais farmácias abertas e redes de farmácias que foram estabelecidos. Como resultado, o número de farmácias na Hungria aumentou de cerca de 400 a mais de 2.400 nos últimos três anos, mas o número de prescrições reembolsadas, 150 milhões, permaneceu inalterado. Isso deve ter levado a uma situação financeira difícil para muitas lojas (em fevereiro de 2010 mais de 400 farmácias estavam à beira da falência), agravada pela supressão do governo
de subsídios não reembolsáveis para as farmácias a partir do orçamento de 2010. De acordo com a Câmara da Hungria dos Farmacêuticos (MGYK), o número de farmácias na Hungria devem oscilar em torno de 2,000-2,100, dado país a população.
Medidas para acabar com o processo de liberalização relativas à criação de uma farmácia também têm sido tomadas na Polónia, onde o Conselho Supremo dos Farmacêuticos do (ARN) sugeriu a introdução de regras geográficas e demográficas sobre a abertura de novas farmácias, além de uma proibição sobre a propriedade de farmácias por não farmacêuticos. A Câmara está planejando um protesto público em setembro, para trazer o assunto à atenção do Ministério da Saúde.
Agnieszka Stawarska
Farmacêutico analista de mercado
PMR Publicações
fonte: http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en|pt&u=http://www.ceepharma.com/89498/Pharmacy-liberalisation-process-stopped-in-Hungary.shtml
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